A Revolução Digital

Autor
Belo Digital
Publicado a
A Revolução Digital
Revolução digital

A primeira revolução industrial, que se iniciou em Inglaterra nas últimas décadas do século XVIII, caracterizou-se pela transição dos métodos de produção manual para métodos mecânicos. Cerca de um século depois, a combinação do ferro, do aço, dos caminhos-de-ferro e do carvão propiciou o advento da produção em série, que marcou a segunda revolução industrial.
Vive-se, hoje, uma terceira revolução – a Revolução Digital – em que os serviços começam a ser prestados através da internet em detrimento dos serviços físicos.

Portugal já iniciou os seus esforços para que os serviços sejam atualizados para os mais avançados sistemas de informação.
A máquina do setor público está a ser informatizada. A partir do próximo mês de agosto, as receitas tradicionais em papel, passadas pelo médico, vão desaparecer.
O governo defende que esta medida será uma forma eficaz de combate à fraude. As receitas médicas em papel vão ser substituídas por ficheiros eletrónicos, retidos nos servidores da administração pública, que serão “indexadas” no Cartão de Cidadão.
As farmácias portuguesas terão um leitor apropriado, para ler o Cartão de Cidadão, que se destina à prescrição dos medicamentos ao utente.

Também a PT criou recentemente um programa para o auxílio da Economia Digital
“Hoje, damos um passo que marca o início de uma nova vida da empresa”. As palavras são de Armando Pereira, presidente do conselho de Administração da PT, no dia de lançamento do projeto para a Economia Digital.
O objetivo do programa é apoiar a digitalização do tecido empresarial português, disponibilizando às microempresas, PME e público geral, as ferramentas necessárias para a criação de uma presença digital eficaz e sustentável.
No lançamento do programa para a Economia Digital, Alexandre Nilo Fonseca, responsável pela Unidade de Comunicação de Conteúdos e Novos Negócios, realçou a diferença clara que existe no ritmo de adoção digital entre os consumidores e as empresas portuguesas.
Se hoje os consumidores estão na vanguarda da utilização da tecnologia, as empresas portuguesas, em particular as microempresas e PMEs, têm ainda um caminho a percorrer na utilização das TIC. Apenas 5% das microempresas em Portugal, que representam 95% do tecido empresarial nacional, fazem transações online. Mas, quando falamos dos utilizadores portugueses, dos 70% que utilizam a internet, mais de metade faz compras online.
As empresas nacionais não estão assim a aproveitar o potencial da revolução digital: “25% não utilizam a internet, 75% não têm presença online e 95% nunca fizeram uma transação online”, explica o responsável.

Como é que a minha empresa se pode digitalizar?
– Possuir um website com conteúdo relevante sobre a empresa de forma que os seus produtos, serviços transmitam segurança, credibilidade e profissionalismo;
– Ter publicidade paga para alcançar o seu público-alvo;
– Desenvolver campanhas de E-mail Marketing para divulgação de ofertas da empresa;
– Marcar presença nas redes sociais;
– Fornecer serviços através da internet;
– Possuir uma loja online – vender os seus produtos na internet.

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Curiosidade

A Dinamarca é também um bom exemplo de um país que pretende acompanhar continuamente a revolução digital.
O referido país acredita que o futuro será dominado pelo dinheiro eletrónico. O seu governo anunciou que pretende dar fim ao uso de moedas e cédulas de dinheiro em lojas de roupa, postos de gasolina e restaurante até 2016. O seu objetivo é tornar-se o primeiro país do mundo a eliminar a circulação de dinheiro físico.
A medida foi apresentada como parte de um pacote de propostas para fomentar a produtividade de negócios.
“A meta é cortar os consideráveis custos administrativos e financeiros envolvidos no uso de dinheiro”, disse o governo dinamarquês.

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